O MITO DE “TIRADENTES”

O MITO DE “TIRADENTES”

0 1977

A República, devido ao seu nascimento golpista, ilegítimo – filha bastarda de mãe escravocrata e pai ditador – não poderia, naturalmente, ter heróis. Afinal, quem seria o grande vulto do espúrio novo regime? O idiota útil que foi o primeiro Presidente, o Marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892), que proclamou a República gritando “Viva ao Imperador!”? O sanguinolento segundo Presidente, o Marechal Floriano Peixoto (1839-1895), que ordenou o assassinato de inúmeros monarquistas?

Enquanto o Império teve grandes vultos, nomes ilustres – os Imperadores Dom Pedro I (1798-1834) e Dom Pedro II (1825-1891), a Imperatriz Dona Leopoldina (1797-1826), a Princesa Dona Isabel (1846-1921), José Bonifácio de Andrada e Silva (1763-1838), o Duque de Caxias (1803-1880), apenas para citar alguns poucos –, a República não tinha ninguém.

Assim sendo, o novo regime precisava, o mais rápido possível, de um herói, de um símbolo. Foi escolhida a obscura – e, até então, largamente desconhecida – figura de Joaquim José da Silva Xavier, participante do movimento conhecido como Inconfidência Mineira, revolta que, nos idos de 1789, pretendia separar a então Capitania de Minas Gerais do resto do Estado do Brasil, formando uma República, nos moldes da que foi estabelecida nos Estados Unidos, após a rebelião contra a autoridade do Rei George III do Reino Unido (1738-1820) – e, diga-se de passagem, assim como os republicanos americanos, os inconfidentes mineiros eram a favor da escravidão.

Como nos conta a História, a Inconfidência foi devidamente esmagada e seus líderes pagaram por seu crime de lesa-majestade, traição contra a augusta e fidelíssima Rainha Dona Maria I de Portugal (1734-1816). Na manhã de sábado, 21 de abril de 1792, Joaquim José da Silva Xavier foi conduzido pelas ruas do Rio de Janeiro e, após a leitura de sua sentença, a Rainha foi aclamada pelo povo, o criminoso foi enforcado e teve seu corpo esquartejado.

A República, então, tratou de inventar uma falsa história de grandeza a este homem que não passou de um revoltoso, que queria uma república escravocrata em Minas Gerais e que o resto do Brasil fosse às favas. Chegou-se ao absurdo de se retratar “Tiradentes” – com ficou conhecido, devido à sua profissão de dentista – semelhante a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Contudo, mesmo com todas as mentiras criadas pela República, um estudo da História verdadeira nos mostra que “Tiradentes” é uma farsa, um herói patético de uma República patética – que, após mais de cento e vinte e cinco anos, continua sem verdadeiros heróis, tendo apenas tipos como o fascista Getulio Vargas (1882-1954), o bandido Lula da Silva, a terrorista Dilma Rousseff e o ladrão José Dirceu. A República, fortalecendo o mito de seu “herói”, até concedeu pensões a seus descendentes, pagas com o dinheiro do contribuinte.

A imagem que acompanha esta publicação nos foi enviada por um de nossos seguidores, que é Professor de História e ficou indignado ao constatar que a apostila utilizada pela escola onde leciona atesta o seguinte: “Joaquim José da Silva Xavier, o mártir da independência”. Nossa resposta é simples: a Independência do Brasil não tem mártires, mas tem um herói, nosso Imperador Dom Pedro I, o Libertador.

Por fim, 21 de abril deveria ser um dia em memória da Rainha Dona Maria I, nossa grande Soberana – a primeira a por seus régios pés em solo brasileiro.

Para uma leitura mais aprofundada sobre o mito de “Tiradentes”, sugerimos esta excelente publicação do ‘Blog Monarquia Já’:

http://imperiobrasileiro-rs.blogspot.com.br/2010/04/tiradentes-um-heroi-inventado.html