quarta-feira, maio 24, 2017
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Daniel Mouta é membro fundador da Causa Imperial, trabalhou em 2001 no Secretariado de Suas Altezas Imperiais em São Paulo. Monarquista convicto e anti-marxista dos "quatro costados". Está radicado no Porto, em Portugal desde 2005.

No último sábado, dia 5 de outubro, o Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina sediou o IV Encontro Monárquico do Sul Brasileiro, abrilhantado com a presença de Sua Alteza Imperial e Real Príncipe Dom Bertrand, Príncipe Imperial do Brasil e Herdeiro Dinástico de seu irmão mais velho, o Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial e Imperador de jure do Brasil. O Encontro contou uma série de interessantíssimas palestras, que trataram desde a História do nosso País, até temas da atualidade Brasileira.

Na próxima quarta-feira (dia 9), Sua Alteza Imperial e Real desembarca no Rio Grande do Sul, onde irá cumprir extensa agenda. Às 17h30, o Príncipe concederá uma entrevista ao canal ULBRA TV (canal 21 da NET e 48 da UHF).

Às 19h30 do dia 9, o Príncipe Imperial do Brasil irá autografar exemplares de seu livro “Psicose Ambientalista: os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma ‘religião’ ecológica, igualitária e anticristã’, na Livraria Saraiva, do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre.

No dia 11, Sua Alteza Imperial e Real estará autografando sua obra na Associação Rural de Pelotas.

O livro “Psicose Ambientalista”, lançado em outubro de 2012, é um grande sucesso. Já vendeu mais de dezenove mil cópias, e está em sua 3º edição. Sua obra tem levado o Príncipe Imperial aos mais diversos cantos do País, onde ele não só demonstra sua grande sabedoria, como também promove a Causa Monárquica.

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Artigo do Mauro Santayana – (http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=9&id_noticia=202403)

Primeiramente, colocar um post de um blog chamado “vermelho.org”, considero uma afronta quando não um desrespeito imenso para com a Causa Imperial. Além de ser uma honra imerecida que o blog teve, quando na verdade não merece nenhuma.

Mauro Santayana, jornalista do JB, correspondente do mesmo jornal na Europa, na década de 70, é o estereotipo clássico do jornalista brasileiro hoje: talismã da esquerda, com seu discurso jacobino, reedita não só a ignorância, mas também vitima os ouvidos dos outros com os seus preconceitos, oriundos de seu desconhecimento e da sua parcialidade.

No mesmo artigo, Santayana, mais uma vez mostra a seu total ranço revolucionário ao dizer: “A monarquia é um sistema que o bom senso moderno repele”.
Bom, na opinião dele, o regime da Cuba, do Irão, da Coreia do Norte é o melhor que o bom senso dele aceita e o bom senso dos outros deve aceitar.

O realejo do seu besteirol ininterrupto continua:

“Há monarcas que se mantêm no Trono com discrição e absoluto respeito constitucional ao Parlamento, como são os soberanos dos países nórdicos. Mas as monarquias inglesa, holandesa e espanhola se mostram, a cada dia mais, servidoras de seus próprios interesses. Os escândalos se sucedem, em uma ofensa direta aos trabalhadores”.

Santayana esquece, ou não faz questão nenhuma de se lembrar, que muito dos poderes reais, nas últimas décadas, quase em todos os países monárquicos da Europa, tem sido reduzido por influencia e obra de políticos da ala esquerdista ou filo-esquerdistas.

Ou o sr. Santayana esqueceu do Ex-Primeiro Ministro, Jean-Claude Juncker, que o levou ao Parlamento luxemburguês um projeto de lei, e este, aprovou então uma alteração à Constituição e reduziu os poderes do chefe de Estado. O porque disso?? Simples, o Grão Duque Henrique se recusou a autorizar a Eutanásia em seu país, por uma “questão de consciência”.

Está ai o seu bom senso Sr. Santayana! O da tolerância, bem a moda de Herbert Marcuse: “Toda tolerância a esquerda, nenhuma a direita”. Sequer respeitou a opinião do Grão-duque Henrique enquanto pessoa.

Santayana também é do tipo que não olha para o próprio umbigo, ontem um dos condenados do caso do “Mensalão” assumiu o cargo como deputado, nenhuma repercussão foi escrita ou sabida de sua parte.

“Não obstante isso, o espírito conservador britânico tem prevalecido para conter essa manifestação de bom senso.”

Graças a Deus Sr. Santayana, que os britânicos não tem o seu bom senso. Pois, se tivessem eles teriam um Lula, ou quem sabe um Ahmadinejad no trono. Ou então, já imaginou uma república bolivariana em Londres,fazendo apologia as FARC’s do balcão do Palácio de Buckingham?

“É certo que a monarquia foi o ponto de encontro e de entendimento, na Espanha, para encerrar o capítulo do franquismo, sem choques e com o estancamento de sangue, que durou até a morte de Carrero Blanco. Mas, cumprida essa função histórica, passou a ser inútil e prejudicial ao interesse da Nação. “

Foi e continua sendo! E permita Deus, que sempre seja! Eu desejaria ver o senhor em seu visionarismo, permitir uma mesma colocação a outros regimes, e o senhor sabe bem os quais….

Depois como jornalista o Sr. Mauro Santayana não segue ou não quer ver os outros periódicos.

Mais uma opinião visionária do Sr. Santayana, que aliás vai contra a opinião pública espanhola, em recente publicação o Periódico Espanhol ABC, diz que a Maioria dos Espanhóis vêem o Rei como uma salvaguarda a ruptura Espanhola.
(http://www.abc.es/20121104/espana/abcp-mayoria-espanoles-como-garante-20121104.html)

O Sr. Não olha isso?? E depois vem debater ética no Jornalismo?

Assim fica difícil.

Daniel Mouta – Carioca , 30 anos, trabalhou na Casa Imperial do Brasil, membro fundador da Causa Imperial hoje é residente no Porto, Portugal. — em Madrid

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Publicado às 06/06/2012

Irretocável

exposição de Olavo de Carvalho, sobre a corrupção no Brasil. Em resposta ao jornalista José Neumanne Pinto. Em seu programa True Outspeak de 24 de Agosto de 2011.

Está também em nossa página na CausaImperial no Youtube:

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No dia 12 de Janeiro de 1861 o Imperador Dom Pedro II assinou o decreto 2.723 que aprovava a criação de uma Caixa Econômica e um Monte de Socorro na Corte. (Imperial Caixa Econômica e Monte Socorro)

Cuja finalidade era de conceder empréstimos e de estimular o hábito de poupar entre a população até então tida como imprevidente, recebendo pequenas poupanças das classes menos abastadas, incluindo os escravos, que podiam economizar para suas cartas de alforria, pagando juros de 6% a.a., garantindo o governo imperial a restituição dos depósitos a ela confiados.

Antes da criação do Monte de Socorro, existiam no Brasil centenas de casas de penhor, mais conhecidas como Casas de Prego. A origem desse nome deu-se porque era costume dos donos desses estabelecimentos colocarem as jóias empenhadas num prego bem alto, na entrada das lojas, à vista de todos os possíveis interessados em adquiri-las em leilão, caso os verdadeiros donos não pudessem resgatá-las.

O Monte de Socorro na Corte foi inspirado nos Montes Pio ou Montes de Piedade europeus e tinha por finalidade emprestar, por módico juro e sob penhor, as quantias necessárias para socorrer as necessidades urgentes das classes menos favorecidas, que não tinham acesso a estabelecimentos bancários, principalmente para contrair empréstimos. Instalada na Cadeia Velha, na Rua da Misericórdia, hoje Palácio Tiradentes, a Caixa Econômica do Monte de Socorro emprestava pequenas somas sob a garantia de metais preciosos, brilhantes e outros valores. Às 9h da manhã de uma segunda-feira, 4 de novembro de 1861, 10 meses depois da assinatura do decreto por D. Pedro II, a Instituição começou oficialmente suas operações no Rio de Janeiro.

Em 2013, comemora 152 anos de existência, ainda guardando as poupanças de milhões de Brasileiros. E resistindo aos mandos e desmandos dos sucessivos governos.

 

Hoje fazendo uma limpeza nos meus arquivos, achei uma preciosidade que decidi partilhar aqui. A História Brasileira é ingrata quando não revisionista, pincelada por historiadores de cunho marxista que só enxergam revolução e luta de classe.

Pois bem, em meus arquivos achei uma brochura do livro do insigne historiador de Santa Cruz, Benedicto Freitas em seu livro: “Santa Cruz, Fazenda Jesuítica, Real e Imperial – Tomo III 1987”, onde conta a história do pagem de Dom Pedro II.

Rafael, que era um rapaz negro veterano da Guerra da Cisplatina, foi encarregado de cuidar de Dom Pedro II, então de tenríssima idade pelo seu pai o Imperador Dom Pedro I, quando este regressou a Portugal.

Rafael, foi mandado vir em 1821 do sul, Pedro I conhecia-o bem. Foi um protetor incansável e extremamente abnegado de Pedro II ainda menino.

Dormia no mesmo quarto, evitava que o Imperador chorasse ou se assustasse “com medo das almas de outro mundo” e outras fantasias tão próprias da solidão, em que prevaleciam estudo áridos, religião, serões insípidos e jogos de mesa silenciosamente praticados – era a educação principesca!

Nisso relata-nos Benedito Freitas:

“ Incumbido da guarda e proteção de Dom Pedro II ainda em tenra idade, foi de uma dedicação tal que, até determinadas atribuições das Damas, ele as executava com desembaraço e plena eficiência.

Dava-lhe os banhos habituais tendo todo o cuidado com a temperatura da água, bem morna sem ser quente, mudava-lhe a roupa e cobria na cama, cabeça de fora, a bela criança pedia ao seu Anjo Negro para contar histórias e outras coisas em que era fértil seu leal servidor.

Certo dia Dona Leopoldina, ficou enternecida ao contemplar Rafael aquecendo a mamadeira do Menino-Imperador.

Quando Dom Pedro II não sabia a lição, corria para Rafael pedindo-lhe para o esconder, embora fosse condicionado sempre, que seria a “última vez”….Mais tarde Dom Pedro II ensinou Rafael a ler. Por muito tempo Rafael foi 1º Criado Particular do Imperador e em todas as viagens, mesmo ao estrangeiro, o acompanhou de perto.

A figura quase lendária de Rafael é amplamente descrita no belo livro de Múcio Teixeira, que foi comensal do Imperador por mais de trinta anos, “O Negro da Quinta Imperial”. Rafael contava com 98 anos quando Dom Pedro II foi deposto.

O “Anjo Negro” do Imperador ignorava o doloroso episódio da prisão do seu amo. Múcio conta a cena da comunicação ao leal macróbio, nas seguintes linhas: “ Manhã sombria. Uma chuva miúda caira pela madrugada do dia 16 de Novembro de 1889.

As vastas alamedas da Quinta Imperial estavam desertas….Rafael, mal raiara a aurora, abandonou seus aposentos, nos baixos do torreão sul, e, muito tremulo, amparado por um rijo bastão, deu início ao seu passeio habitual. Velho e cansado, passara o dia anterior preso ao leito, ignorando que a República havia sido “proclamada” no Brasil.

Vagarosamente caminhava, ouvindo o gorgeio dos pássaros e contemplando, com olhar nostálgico, os lagos sonolentos. Fitava também os bosques sombrios e admirava a Natureza exuberante. Quantas daquelas árvores gigantescas ele vira nascer, florir e envelhecer!

Caminhava

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e meditava, olhando também para o passado, para a sua longínqua mocidade! Quantos sonhos desfeitos!

“Como é triste envelhecer!” – murmurava o velho págem imperial. Ao chegar ao portão da Coroa, já ofegante, observou com espanto dois soldados que davam “vivas a república”!

Sempre meditando, lentamente regressou ao Paço. Ao aproximar-se do solitário Palácio Imperial, viu o bibliotecário Raposo muito agitado, com cabelos revoltos, andando de um lado para outro lado…

Rafael, muito cansado, curvado e tremulo, sempre amparado pelo seu bastão, dirigiu-se ao bibliotecário do Paço e interrogou-lhe : “Seu Raposo, você enlouqueceu?” Parando diante do Rafael, o Raposo, como louco, bradou: “Rafael, tu não sabes que ontem foi proclamada a República e que teu Senhor está preso no Paço da Cidade??”.

Rafael, atordoado, deixou cair o forte bastão, no qual a vinte anos se apoiava seu débil corpo; curvado, ergueu-se, cresceu…O seu olhar morto e nostálgico, transfigurou-se, como que iluminado por clarões estranhos.

Levantou o braço direito para o céu e exclamou com voz comovente e sonora: “Que a Maldição de Deus caia sobre a cabeça dos algozes do meu Senhor!”

E em seguida rolou por terra: estava morto.”

São as “pequenas” grandes Histórias do Brasil Império, que não são contadas nas Escolas e não fazem parte do currículo, que lamentavelmente fazem-se esquecer nas prateleiras do esquecimento, legando ao Brasil uma cultura de botequim, moldada e forjada pelos sensos comuns grotescos que vemos nas novelas.

Daniel Zumelzu Mouta – Carioca, 30 anos é membro fundador da Causa Imperial, trabalhou na Casa Imperial do Brasil em São Paulo, hoje residente no Porto, Portugal.

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O Perigosíssimo caminho do Brasil.

Esses dias recebemos na Causa Imperial, um e-mail de uma insigne monarquista de São Paulo, a Sra. Roseli Pompeo, que enviou-nos a matéria, que pedimos que TODOS os monarquistas pesquisem e acompanhem com toda atenção.

Observem a explicação muito bem explicada pelo economista Waldir Serafim.

SAIBA O QUE LULA FEZ DE 2002 A 2010 COM A “DIVIDA INTERNA/EXTERNA” DO BRASIL

Você ouve falar em DÍVIDA EXTERNA e DÍVIDA INTERNA Em jornais e TV e não entende direito vamos explicar a seguir:

DIVIDA EXTERNA é uma dívida com os Bancos, Mundial, o FMI e outras Instituições, no exterior em moeda externa.

DIVIDA INTERNA é uma dívida com Bancos em R$ (moeda nacional) no país.

Então, quando LULA assumiu o Brasil,

Em 2002, devíamos:

Dívida externa = 212 Bilhões

Dívida interna = 640 Bilhões

Total DA Dívida = 851 Bilhões

Em 2007 Lula disse que tinha pago a dívida externa. E é verdade, só que ele

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não explicou que,

Para pagar a dívida externa,

Ele aumentou a dívida interna:

Em 2007 no governo Lula:

Dívida Externa = 0 Bilhões

Dívida Interna = 1.400 Trilhão

Total DA Dívida = 1.400 Trilhão

Ou seja, a Dívida Externa foi paga, mas a dívida interna quase dobrou.

Agora, em 2010, você pode perceber que não se vê mais na TV e em jornais algo dito que seja convincente sobre a Dívida Externa quitada. Sabe por que?

É que ela voltou…

Em 2010 no governo Lula:

Dívida Externa = 240 Bilhões

Dívida Interna = 1.650 Trilhão

Total DA Dívida = 1.890 Trilhão

Ou seja, no governo LULA,

A dívida do Brasil aumentou em 1 Trilhão!!!

Daí é que vem o dinheiro que o Lula está gastando no PAC, Bolsa família, bolsa educação, bolsa faculdade, bolsa cultura,

Bolsa para presos, dentre outras mais bolsas…fora a corrupção generalizada que se encontra hoje em Brasília.

E não é com dinheiro do crescimento, Mas sim, com dinheiro de ENDIVIDAMENTO.

Compreenderam?

Ou ainda acham que Lula é mágico?

Quer mais detalhes,

Sobre dívida interna e externa do Brasil? Acesse o site:

http://www.sonoticias.com.br/opiniao/2/100677/divida-interna-perigo-a-vista

CONCLUSÃO

Os brasileiros, virão pagar muito caro pela atitude perdulária do governo Lula, Que não está conseguindo pagar os juros dessa “Dívida trilhardária” Tendo que engolir um “spread”(txa. Juros).

Quando a dívida ficar insustentável, com que eles pagarão? Com a Amazônia? Quebrando o BB e a Caixa Ecônomica Federal, jogando os brasileiros na mais absoluta miséria conficando poupanças, aposentadorias e o FGTS?

Detalhe maior, e mais demoníaco, se isso acontecer queira Deus que não: Isso se dará nos 200 Anos da Independência do Brasil em 2022.

E novamente se culpará o passado Imperial ou a colonização portuguesa?

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