quarta-feira, junho 28, 2017
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Arthur O. Lage

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Estudante de Direito.

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O ano de 2016 tem sido especialmente conturbado para os brasileiros, marcado por uma grave crise política e econômica. A situação é muito preocupante. Nesse cenário, surgem as mais variadas propostas de solução: impeachment do Presidente, antecipação das eleições gerais, intervenção militar, reforma política, nova Assembleia Constituinte e, até mesmo, restauração da Monarquia.

Neste artigo, pretendo desmitificar o movimento monarquista brasileiro, apresentando um pouco de sua história e de suas propostas.

 

100 anos de silêncio

Em 23 de dezembro de 1889, no mês seguinte ao golpe militar que derrubou o Império, os monarquistas foram silenciados pelo decreto n. 85-A, conhecido como “decreto-rolha”, que ameaçava punir “com as penas militares de sedição” aqueles que “conspirarem contra a República e o seu Governo”. Era o início de uma ditadura militar.

Houve monarquistas corajosos que quiseram resistir e lutar contra o novo Governo, mas foram perseguidos e aniquilados. A resistência buscou o consentimento do Imperador exilado e, mais tarde, de sua filha e sucessora, a Princesa Dona Isabel, ambos se negaram a apoiar um conflito que derramaria o sangue do povo brasileiro.

Nas primeiras décadas da República, o monarquismo sobreviveu como movimento ideológico sob a liderança do Diretório Monárquico, do qual faziam parte personalidades políticas do Período Imperial, que mantinha contato com a Família Imperial exilada.

Finalmente, em setembro de 1920, após do falecimento prematuro do Príncipe Dom Luiz Maria – segundo filho da Princesa Dona Isabel, simbolizava a esperança dos monarquistas brasileiros –, o Presidente Epitácio Pessoa revogou a lei do banimento, possibilitando que a Família Imperial retornasse ao país. Os republicanos sentiam-se mais seguros, acreditando estar liquidada a possibilidade real de ser restaurada a Monarquia; a Princesa Dona Isabel já era idosa e seu novo herdeiro, o Príncipe Dom Pedro Henrique, tinha apenas 11 anos de idade.

Então, em 1922, a Família Imperial veio para as comemorações do centenário da Independência, inclusive o Conde d’Eu – infelizmente, faleceu no navio durante a viagem de vinda –, desobedecendo ordens médicas. Foi a primeira vez que o Príncipe Dom Pedro Henrique pisou em solo brasileiro. O espírito monárquico continuava vivo e ainda havia quem se lembrasse com saudade dos tempos do Império.

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Dom Pedro Henrique e Dona Maria com seus filhos

Mas foi em 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, que o Príncipe Dom Pedro Henrique, como Chefe da Casa Imperial, mudou-se definitivamente para cá com sua esposa, a Princesa Maria Elizabeth da Baviera, e seus quatro filhos – o casal ainda teria mais oito. Viviam modestamente em sua propriedade rural, primeiro no Paraná e mais tarde no Rio de Janeiro.

 

O plebiscito de 1993

Em 1987, depois de duas décadas de ditadura militar, elegeu-se uma Assembleia Constituinte para redigir uma carta magna que atendesse às demandas do povo brasileiro, dentro dos valores da liberdade e da democracia. Nesse contexto de abertura política, o Príncipe Dom Luiz, atual Chefe da Casa Imperial, que ascendeu ao posto em 1981, escreveu aos deputados constituintes para que suprimissem a cláusula pétrea que desde a proclamação da República amordaçava os monarquistas e sustentar a proposta de se realizar um plebiscito para que os cidadãos pudessem escolher o regime político e o sistema de governo.

A cláusula pétrea foi removida e o texto constitucional de 1988 estabeleceu no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), Art. 2º: “No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá, através de plebiscito, a forma (república ou monarquia constitucional) e o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) que devem vigorar no País.”

Nesse meio tempo, os príncipes e os monarquistas se mobilizaram para divulgar as ideias monárquicas e vencer o preconceito e a desinformação que havia – e ainda há – sobre o assunto. Investiram em viagens, palestras, debates, encontros, formação de grupos, publicação de artigos, tudo que foi possível, dentro dos seus limitados recursos.

Contudo, apesar de todo esse empenho, surgiram obstáculos para atrapalhar o crescimento do movimento monárquico e que certamente contribuíram negativamente para o resultado da votação:

1 – Rejeitou-se a legitimidade do herdeiro dinástico. Sendo o resultado do plebiscito favorável à restauração da Monarquia, a Câmara dos Deputados escolheria o rei dentre os descendentes do Imperador Dom Pedro II. Assim, criou-se uma incerteza quanto a quem seria o Chefe de Estado e introduziu uma desnecessária disputa interna na Família Imperial. Dessa forma, negou-se um dos princípios basilares dessa forma de governo: a hereditariedade.

2 – Excluiu-se a possibilidade do legítimo herdeiro dinástico ser “proclamado” rei. O projeto apresentado pelo Dep. Cunha Bueno (PDS-SP) exigia que o novo rei fosse “brasileira ou brasileiro nascido no território nacional, ressalvadas as situações de exílio ou banimento”. O Príncipe Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial, nasceu na França, em 1938, quando o exílio formal já havia acabado. Apesar de ter sido devidamente registrado no consulado em Paris e possuir a nacionalidade brasileira, estaria impossibilitado de ser coroado pela exigência estrita da norma.

3 – Antecipou-se o plebiscito. Apesar de o Art. 2º do ADCT marcar o dia para 7 de setembro de 1993, a Emenda Constitucional n. 2 antecipou-o para 21 de abril. É importante observar o simbolismo das datas: 7 de setembro comemora-se a Independência, proclamada pelo Imperador Dom Pedro I, enquanto 21 de abril recorda a morte de Tiradentes, protomártir da República.

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Cédula do plebiscito de 1993

4 – As cédulas de voto poderiam causar confusão no eleitor. A cédula de voto apresentava duas opções para forma de governo (Monarquia ou República) e duas para sistema de governo (Parlamentarismo ou Presidencialismo). Como não existe Monarquia Presidencialista, os votos que apresentavam essa combinação eram anulados.

O resultado final foi a confirmação da República Presidencialista, ficando a Monarquia com 13,4% dos votos. Longe de ser uma derrota definitiva, o plebiscito de 1993 mostrou-se um novo marco para o monarquismo brasileiro, dando a ele uma notoriedade nacional como nunca antes e possibilitando seu crescimento posterior.

 

O monarquismo na década de 2010

Passados 20 anos, na década de 2010, o movimento monárquico tomou nova força com as redes sociais, especialmente com o Facebook. Criaram-se páginas e grupos monarquistas, fazendo com que o ideal se espalhe mais facilmente e ganhe novos apoiadores. Desde esse momento inicial, a Causa Imperial desempenhou importante papel, muitas vezes exercendo a função de porta-voz da Casa Imperial.

Em agosto de 2014, a Pró Monarquia, associação que coordena o movimento monárquico no Brasil, criou sua própria página. Mais tarde, vieram as páginas oficiais Príncipe Dom Rafael do Brasil e Geração Monarquia.

Para além do mundo virtual, multiplicam-se encontros e a presença dos príncipes é cada vez mais solicitada para eventos nas cinco regiões do país, participamos de manifestações levando a Bandeira do Império, o assunto surge com frequência na imprensa e publicam-se novos livros desvendando o Período Imperial.

O número de monarquistas só cresce, ganhando cada dia mais adeptos e simpatizantes à medida que se supera a desinformação e se agrava a decadência da República.

 

As propostas

É importantíssimo esclarecer o leitor sobre quais são as nossas propostas e no que acreditamos para superar a má interpretação presente no senso comum.

Defendemos a Monarquia Parlamentarista, na qual a Chefia de Estado caberia ao Imperador, vitalício e hereditário, e a Chefia de Governo ao Primeiro-Ministro, temporário e eleito, proveniente do partido político de maioria na Câmara dos Deputados.

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Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil

O Imperador seria o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil. Ele exerceria o Poder Moderador, o quarto poder de acordo com a teoria do francês Benjamin Constant, para manter o equilíbrio e a harmonia entre os demais poderes, preservando a estabilidade. Vale dizer que tal interferência só se faria quando necessária e nunca sem ser o Conselho de Estado consultado.

O Poder Executivo, o Poder Legislativo e o Poder Judiciário seriam conservados.

As eleições regulares e o sufrágio universal permaneceriam normalmente, podendo o povo livremente escolher seus representantes para a Câmara dos Deputados e para o Senado.

Uma das principais razões de preferirmos o regime monárquico são os três princípios sobre os quais se firma – a CONTINUIDADE, a UNIDADE e a ESTABILIDADE –, tão imprescindíveis e tão em falta no Brasil de hoje.

 

Conclusão

            Espero ter trazido, com este artigo, um pouco de clareza à mente daqueles que ainda desconheciam os verdadeiros ideais monarquistas. Ponho-me à disposição para ajudar com qualquer dúvida que possam ter; havendo, por favor, escrevam-nas nos comentários.

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Nesta quinta-feira (1), o Príncipe-Herdeiro da Tailândia, Maha Vajiralongkorn, foi oficialmente proclamado Rei, em solenidade com a presença dos líderes dos três poderes.

O novo monarca tailandês, de 64 anos de idade, sucede seu pai, Rei Rama IX,  falecido a 13 de outubro, que exerceu a Chefia de Estado por sete décadas.

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Recentemente, o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, ganhou dois novos sobrinhos-netos:

  • Sr. Alexander Joaquim Pedro Spearman. Primogênito da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança e do Sr. Alexander James Spearman. Nasceu em 30 de agosto, em Madri, capital do Reino da Espanha. É o primeiro neto do Príncipe Dom Antonio e da Princesa Dona Christine de Orleans e Bragança, Príncipes do Brasil.
  • Conde Lorenz de Stolberg-Stolberg. Segundo filho da Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança e do Conde Alexander de Stolberg-Stolberg. Nasceu em 5 de setembro, em Bruxelas, capital do Reino da Bélgica.

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No sábado 24 de setembro, em Cascais (Portugal), a Srta. Maria Thereza Martorell Salgado foi desposada pelo Sr. Nuno Amaral de Freitas.

A noiva é trineta de Dona Isabel (1846-1921), Chefe da Casa Imperial do Brasil de 1891 a 1921.

Maria Thereza => Elisabeth (mãe) => D. Tereza Teodora (avó) => D. Pedro de Alcântara (bisavô) => D. Isabel (trisavó) => D. Pedro II (tetravô) => D. Pedro I (pentavô)

Para mais fotos, acesse: http://www.vip.pt/maria-salgado-e-nuno-freitas-casamento-de-princesa-em-cascais.

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A Netflix divulgou hoje novo trailer da sua série original The Crown, cujo tema será o reinado da Rainha Isabel II do Reino Unido.

Com estreia marcada para 4 de novembro, terá 6 temporadas de 10 episódios cada, desenvolvendo o enredo pelos 60 anos de reinado de Sua Majestade.

Para assistir ao novo trailer, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=8jdRa6b_jc8.

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Os Jogos Olímpicos são um grande evento esportivo, no qual se compete várias modalidades, que acontece a cada quatro anos e que chama a atenção de todo o mundo. Este ano, o país-sede é o Brasil. Por isso, milhares pessoas de todo o globo vêm para participar ou para acompanhar as competições, inclusive importantes chefes de Estado estrangeiros e membros da realeza.

Da realeza internacional, estarão presentes no Rio de Janeiro:

1) O Rei dos Países Baixos;

 

2) O Rei dos Belgas;

 

3) O Príncipe de Mônaco;

 

4) O Emir do Catar;

 

5) O Grão-Duque de Luxemburgo;

 

6) A Princesa Real do Reino Unido;

 

7) O Príncipe-Herdeiro e a Princesa-Herdeira da Dinamarca;

 

8) O Príncipe Joachim e a Princesa Marie da Dinamarca;

 

9) Príncipe Faisal da Jordânia;

 

10) Príncipe Jigyel do Butão.

 

 

 

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Príncipe e Princesa de Ligne (pais da noiva)

Conde e Condessa Audoin de Dampierre (pais do noivo)

Príncipe Henri de Ligne (irmão da noiva)

Sr. e Sra. Patrick Vernet (cunhado e irmã do noivo)

Srta. Laure de Dampierre (irmã do noivo)

Princesa Viúva de Ligne (avó da noiva)

Príncipe e Princesa Wauthier de Ligne (tios da noiva)

Príncipe e Princesa Philippe de Ligne (primos da noiva)

Sr. Paul Weingarten e Princesa Mélanie de Ligne (primos da noiva)

Barão Baudouin Gillès de Pelichy e Princesa Elisabeth de Ligne (primos da noiva)

Cavaleiro Charles de Fabribeckers de Cortils de Grâce e Princesa Anne de Ligne (tios da noiva)

Srta. Laure Mortgat (prima da noiva)

Srta. Isabelle-Marie Mortgat (prima da noiva)

Princesa Sophie de Ligne, condessa de Nicolaÿ (tia da noiva)

Conde François de Nicolaÿ (primo da noiva)

Conde Guy de Nicolaÿ (primo da noiva)

Príncipe e Princesa Antoine de Ligne (tios da noiva)

Príncipe Louis de Ligne (primo da noiva)

Princesa Marie de Ligne (prima da noiva)

Princesa Florence de Ligne (prima da noiva)

Sr. Hugo Townsend e Princesa Yolande de Ligne (tios da noiva)

Srta. Marie Townsend (prima da noiva)

Sr. George Townsend (primo da noiva)

Sr. James Townsend (primo da noiva)

Sr. Bartholomew Townsend (primo da noiva)

Sr. Paulo Ibrahim Mansour e Princesa Dona Anna Luiza de Orleans e Bragança (primos da noiva)

Sr. Rodrigo Rui de Orleans e Bragança Mansour (primo-sobrinho da noiva)

Sr. Guilherme de Orleans e Bragança Mansour (primo-sobrinho da noiva)

Sr. e Sra. Eduardo de Carvalho Moreira (primos da noiva)

Sr. Eduardo de Orleans e Bragança Moreira (primo-sobrinho da noiva)

Sra. Bernardo de Almeida Braga Ratto (prima da noiva)

Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil (tio da noiva)

Princesa Dona Isabel de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil (tia da noiva)

Princesa Dona Maria Carolina de Orleans e Bragança, Sra. Moreira (prima da noiva)

Príncipe Dom Fernando e Princesa Dona Maria de Graça de Orleans e Bragança (tios da noiva)

Conde e Condessa Alexander de Stolberg-Stolberg (primos da noiva)

Princesa Dona Maria da Glória de Orleans e Bragança (prima da noiva)

Princesa Dona Luiza Carolina de Orleans e Bragança (prima da noiva)

Príncipe Dom Antonio e Princesa Dona Christine de Orleans e Bragança, Príncipes do Brasil (tios da noiva)

Sr. Alexander J. Spearman e Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança (primos da noiva)

Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, Príncipe do Brasil (primo da noiva)

Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil (prima da noiva)

Princesa Dona Cláudia de Orleans e Bragança (tia da noiva)

Sr. Pablo Trindade de Souza e Princesa Dona Maria Elisabeth de Orleans e Bragança (primos da noiva)

Princesa Dona Maria Thereza de Orleans e Bragança (prima da noiva)

Princesa Dona Maria Eleonora de Orleans e Bragança (prima da noiva)

Príncipe Dom Alberto e Princesa Dona Maritza de Orleans e Bragança (tios da noiva)

Príncipe Dom Pedro Alberto de Orleans e Bragança (primo da noiva)

Princesa Dona Maria Beatriz de Orleans e Bragança (prima da noiva)

Princesa Dona Ana Thereza de Orleans e Bragança (prima da noiva)

Príncipe Dom Antonio Alberto de Orleans e Bragança (primo da noiva)

Fidalgo Johannes H. de Jong e Princesa Dona Maria Thereza de Orleans e Bragança (tios da noiva)

Fidalgo Johannes Pedro de Orleans e Bragança de Jong (primo da noiva)

Fidalga Maria Pia de Orleans e Bragança de Jong (prima da noiva)

Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança (tia da noiva)

Príncipe Napoleão

Arquiduque Amedeo e Arquiduquesa Elisabetta Maria da Áustria-Este, Príncipes da Bélgica

Arquiduquesa Maria Laura da Áustria-Este, Princesa da Bélgica

Arquiduquesa Maria Beatrice da Áustria-Este, condessa d’Arco-Zinneberg

Condessa Anna Therese de Arco-Zinneberg

Condessa Margherita de Arco-Zinneberg

Arquiduquesa Yolande da Áustria

Arquiduque Rudolf e Arquiduquesa Marie Hélène da Áustria

Arquiduque Carl Christian e Arquiduquesa Estelle da Áustria

Arquiduquesa Priscilla da Áustria

Embaixador Héctor Riesle e Arquiduquesa Alexandra da Áustria

Arquiduque Carl Christian e Arquiduquesa Marie Astrid da Áustria

Condessa Rodolphe de Limburg-Stirum

Arquiduquesa Gabriella da Áustria

Príncipe e Princesa Franz Josef de Auersperg-Trautson

Arquiduque István e Arquiduquesa Paola da Áustria

Arquiduquesa Anna Gabriele da Áustria

Príncipe e Princesa Piotr Galitzine

Sr. Guillermo Serra e Princesa Tatiana Galitzine

Arquiduque Karl Peter e Arquiduquesa Alexandra da Áustria

Arquiduquesa Catharina Maria da Áustria, condessa de Aragona

Arquiduque Michael da Áustria

Arquiduque Paul da Áustria (presbítero católico)

Duque e Duquesa de Bragança

Príncipe da Beira

Infanta Dona Maria Francisca de Portugal

Príncipe Luitpold da Baviera

Príncipe e Princesa Ferdinand de Lippe-Weissenfeld

Príncipe Lukas e Princesa Alice de Auersperg

Príncipe Ludwig da Baviera

Sr. Pierre-Louis Dailly e Princesa Adélaïde d’Orléans

Conde e Condessa de Dreux

Rainha dos Belgas

Príncipe Laurent e Princesa Claire da Bélgica

Princesa Louise da Bélgica

Príncipe Nicolas da Bélgica

Príncipe Aymeric da Bélgica

Princesa Margeretha de Liechtenstein

Princesa Maria Anunciata de Liechtenstein

Princesa Marie Astrid de Liechtenstein

Grão-Duque e Grã-Duquesa de Luxemburgo

Grão-Duque-Hereditário e Grã-Duquesa-Hereditária de Luxemburgo

Príncipe Félix e Princesa Claire de Luxemburgo

Princesa Amalia de Nassau

Príncipe Louis e Princesa Tessy de Luxemburgo

Princesa Alexandra de Luxemburgo

Príncipe Sébastien de Luxemburgo

Príncipe Jean de Luxemburgo e Condessa Diane de Nassau

Princesa Marie Gabrielle de Nassau

Príncipe Guillaume e Princesa Sibilla de Luxemburgo

Príncipe Robert de Luxemburgo e Princesa Julie de Nassau

Princesa Charlotte de Nassau

Duque d’Arenberg

Príncipe Otto de Castell-Rüdenhausen

Príncipe e Princesa de Stolberg-Stolberg

Duque de Croÿ

Príncipe-Hereditário de Croÿ

Princesa Xenia de Croÿ

Conde e Condessa Philippe de Limburg-Stirum

 Príncipe Charles Antoine de Ligne de La Trémoïlle
Príncipe e Princesa Hadrien de Croÿ-Roeulx

Príncipe e Princesa Edouard de Merode

Príncipe Thierry de Merode

Duque d’Arenberg (ramo francês)

Marquês Olivier de Trazegnies

Condessa de Ampúrias

Conde François du Chastel

Conde Jehan de Lannoy

Condessa Charles Antoine de Liedekerke

Conde e Condessa Philippe de Limburg-Stirum

Conde Bernard de Traux de Wardin

Conde e Condessa Lancelot d’Ursel

Conde Gaspar d’Ursel

Conde Loïc d’Ursel

Condessa Laetitia d’Ursel

Barão e Baronesa Roland Gillion-Crowet

Baronesa Marie-Claude Solvay de La Hulpe

Barão e Baronesa Jean-Louis de Potesta

Barão e Baronesa Wilhelm de Stotzingen

Baudouin de Chabot-Tramecourt

Sra. Alban Miller Mackay

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No último sábado, 18 de junho, o pequeno município de Beloeil (de 13 mil habitantes), no Reino da Bélgica, foi lugar de um grandioso evento: o casamento entre a Princesa Alix de Ligne e o Conde Guillaume de Dampierre.

Os noivos

A Princesa Alix de Ligne, filha do Príncipe e da Princesa de Ligne, nasceu a 3 de julho de 1984, em Bruxelas, capital do Reino da Bélgica.

Sendo sua mãe a Princesa Dona Eleonora de Orleans e Bragança, Princesa do Brasil, e tendo dupla cidadania, belga e brasileira, a Princesa Alix de Ligne pertencia à Família Imperial do Brasil e, até a última sexta-feira, quando renunciou, ocupava a nona posição na linha sucessória ao Trono brasileiro.

Criada no magnífico castelo de Beloeil – considerado a “Versalhes belga” -, propriedade da Família Principesca de Ligne, a Princesa Alix, que é gemóloga, vive no Rio de Janeiro há 5 anos, onde trabalha como Gerente de Marketing e designer na joalheria H. Stern.

O estudo genealógico da noiva, feito pela Causa Imperial, poder ser lido aqui.

O Conde Guillaume de Dampierre, filho do Conde e da Condessa Audoin de Dampierre, da Nobreza francesa, nasceu a 4 de maio de 1985, em Paris, capital da França.

Criado no castelo de Plassac, dos condes de Dampierre, na França, o Conde Guillaume é engenheiro mecânico e administrador. Desde o final do ano passado, vive no Rio de Janeiro, onde é associado da empresa de consultoria financeira McKinsey & Company.

O estudo genealógico do noivo, feito pela Causa Imperial, pode ser lido aqui.

O noivado

O Conde Guillaume de Dampierre e a Princesa Alix de Ligne ficaram noivos no Natal do ano passado, anunciando o acontecimento em 12 de fevereiro pelo jornal francês Le Figaro.

Dom Luiz e os noivos (Foto: Pró Monarquia)Dom Luiz e os noivos (Foto: Pró Monarquia)

Em abril, a Princesa Alix de Ligne esteve em São Paulo acompanhada do noivo para apresentá-lo aos tios Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil.

A renúncia

Na sexta-feira 17 de junho, um dia antes do casamento, a Princesa Alix de Ligne, cumprindo o costumo de casamentos dinásticos iniciado com o Príncipe Dom Pedro de Alcântara de Orleans e Bragança em 1908, renunciou, de livre e espontânea vontade, por si própria e por sua eventual descendência, aos direitos dinásticos e sucessórios à Coroa e Trono brasileiros.

O casamento

Os noivos e seus pais (Foto: BestImage)Os noivos e seus pais (Foto: BestImage)

Na tarde do sábado 18 de junho, na igreja de S. Pedro, na vila de Beloeil, casaram-se a Princesa Alix de Ligne e o Conde Guillaume de Dampierre, sob as bênçãos de Monsenhor Harpigny, bispo de Tournai. À cerimônia religiosa se seguiu uma recepção no castelo de Beloeil, para o qual os noivos, seus pais e 800 convidados seguiram à pé em cortejo.  À noite, mais uma vez no castelo, reuniram-se para o baile, que se encerrou com um belíssimo espetáculo de fogos de artifício.

Quase toda a Família Imperial brasileira presente, com exceção apenas do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, o qual, por motivo de saúde, não mais faz viagens longas. Além do evento ter sido prestigiado pela Rainha dos Belgas, o Grão-Duque e a Grã-Duquesa de Luxemburgo, o Príncipe Napoleão, o Duque e a Duquesa de Bragança, numerosos representantes da realeza e da nobreza europeia, e, é claro, boa parte da família Orleans e Bragança.

Sem dúvida, o evento do ano do Gotha! Nas próximas publicações, voltaremos a abordar o casamento em aspectos mais específicos.

Neste momento, o Conde e a Condessa Guillaume de Dampierre viajam em lua de mel, para um destino surpresa escolhido por ele. De volta ao Brasil, viverão juntos em um apartamento no Leblon, bairro do Rio de Janeiro.

Que sejam felizes para sempre!

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Na sexta-feira 27 de maio de 2016, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, esteve no Mariana Godoy Entrevista, onde pôde fazer esclarecimentos sobre a Monarquia Parlamentarista e seus posicionamentos pessoais. Abaixo algumas frases ditas por ele:

  • “Em primeiro lugar, é preciso distinguir questões de Estado de questões de Governo. Questões de Estado de questões de Governo. Questões de Estado são aquelas que interessam ao conjunto da Nação, que têm ligação com os rumos gerais da Nação, para as futuras gerações, e que não podem estar sujeitas às mudanças sucessivas dos governos. Por exemplo, a Justiça, a segurança interna e externa, a diplomacia, não podem estar mudando continuamente conforme o partido de turno. São questões a longo prazo!”
  • Eu sou católico, graças a Deus! É a minha opinião, minha convicção absoluta, que a Religião Católica é a única verdadeira. Mas no Império não havia perseguição religiosa, nunca houve e ninguém pensa em haver uma perseguição religiosa. A nossa opinião é que era precisa favorecer a Religião Católica, convencer as pessoas que é a melhor das religiões, aliás, como sempre foi na nossa História. Agora, perseguições religiosas, não há razão nenhuma!”
  • “Nas condições atuais, não há condições para restaurar a união da Igreja com o Estado.”
  • “O Brasil tomou uma série de empréstimos que não eram proporcionais às nossas necessidades. Nós temos um governo hipertrofiado que custa excessivamente caro ao conjunto da Nação. O resultado é que a dívida externa e interna vai aumentando dia a dia. Isso eu acho uma injustiça para o povo brasileiro.”
  • “Uma Nação é, antes de mais nada, uma grande família com um destino em comum a realizar. Uma Nação não é uma empresa, uma Nação sobretudo não é uma disputa contínua de partidos políticos, onde um está se digladiando com o outro e o que interessa são as futuras eleições, e não as futuras gerações. A grande diferença da República com a Monarquia é que as Repúblicas estão continuamente pensando nas futuras eleições, na Monarquia os reis pensam nas futuras gerações.”
  • “As Monarquias resultaram da ordem natural das coisas, foi uma continuação da família, em que existe um vínculo de afeto e de confiança entre o Chefe de Estado e o povo. Um vinculo de proteção, um vínculo que estimula as qualidades do povo.”
  • “Basta ir a Brasília para ver aqueles carrões na rua, aquela fartura, etc., etc., tão diferente do resto do Brasil.”
  • “A democracia não pode limitar-se a pôr um papelzinho em uma caixa a cada quatro anos, hoje em dia, apertar um botão. A democracia é um regime no qual existe uma verdadeira representatividade, quer dizer, no qual o representante é conhecido e pode ser controlado pelos seus representados.”
  • “Nunca houve nenhuma perseguição nessa matéria [homossexualidade]. Mas eu pessoalmente sou a favor da manutenção da tradição nessa matéria. Nunca houve perseguição, não há razão nenhuma para se estabelecer perseguições a esse respeito. Apenas se cumpra a Lei de Deus. Está na Sagrada Escritura! A Lei de Deus não admite [casamento entre pessoas do mesmo sexo].”
  • “A História é absolutamente fundamental para um povo. Quem não sabe de onde vem, não sabe para onde vai.”
  • “A condição essencial para que haja um Parlamentarismo é que haja um Chefe de Estado suprapartidário. O que tem acontecido com frequências nas Repúblicas é que há o presidente da República de um partido e o primeiro-ministro de um partido contrário. E o que se assiste aí? Uma verdadeira batalha entre o primeiro-ministro e o presidente da República. Um quer derrubar o outro, para que o seu partido vença as próximas eleições. Quem é que sofre? Qual é o campo de batalha sobre o qual se dá essa disputa? É o povo!”
  • “O que nós estamos fazendo no momento é o que nós não tivemos tempo de fazer antes: formar quadros, formar uma elite monárquica, formar futuros dirigentes, pessoas conscientes da importância da Monarquia, que procurem atuar sobre o conjunto da opinião pública, para mostrar aos brasileiros a superioridade da Monarquia.”
  • “A aceitação da ideia monárquica é cada vez maior. Muitas pessoas pensaram que o plebiscito seria a pá de cal sobre o ideal monárquico no Brasil. E não foi! Foi exatamente o contrário.”

 Para os que não viram a entrevista ou desejam revê-la, acessem o link:

http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/marianagodoyentrevista/videos/programas-na-integra/mariana-godoy-recebe-dom-bertrand-de-orleans-e-braganca-integra

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Na noite de sexta-feira 27 de maio de 2016, o Mariana Godoy Entrevista, programa televisivo da RedeTV!, recebeu o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil. A prodigiosa jornalista Mariana Godoy, que naquele cenário já conversara com diversas personalidades, sobretudo da política, pela primeira vez recebia um príncipe de sangue azul.

A entrevista, gravada e anunciada com uma semana e meia de antecedência, foi ansiosamente aguardada pelos monarquistas. Seria a primeira entrevista de um príncipe da Casa Imperial do Brasil a um canal da grande mídia!

A ideia surgiu de uma brincadeira. Em abril, em meio à caótica situação política do País, Mariana Godoy decidiu fazer uma enquete em sua conta no Twitter recriando o plebiscito de 1993, no qual os brasileiros puderam escolher a forma e o sistema de governo. “Se o plebiscito fosse HOJE, o que você escolheria?”, era a pergunta. Para a surpresa dela, a Monarquia teve 42% dos votos. Intrigada com o inesperado resultado, ela foi à sede da Pró Monarquia, em São Paulo, conhecer os irmãos Príncipe Dom Luiz e Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança.

Na visita à casa dos trinetos do Imperador Dom Pedro II, a apresentadora, acompanhada por sua equipe, pôde conhecer Suas Altezas Imperiais e Reais, e também contos da Família Imperial e do Brasil, quadros e fotografias, relíquias e preciosidades históricas.

A entrevista foi interessantíssima! O Príncipe Dom Bertrand mais uma vez deu mostras de sua virtude, patriotismo e inteligência. Defendeu a proposta da Monarquia Parlamentarista, além de dar uma boa aula de História.

Na conversa com duração de pouco mais de uma hora, vários temas foram abordados, como a Proclamação da República, o plebiscito de 1993, a crise política e econômica brasileira, o Governo Temer, o movimento monárquico, as vantagens da Monarquia Parlamentarista.

Assista à entrevista na íntegra acessando o link:

http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/marianagodoyentrevista/videos/programas-na-integra/mariana-godoy-recebe-dom-bertrand-de-orleans-e-braganca-integra

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